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12 de fev. de 2016

Clipping - 01/2016


SDE (Software Defined Everything) - http://cio.com.br/tecnologia/2016/02/10/se-liga-na-onda-software-defined-everything/

Interessante como a tendência de mercado para o "Everything" as a Service está e estará na cabeça dos CIOs nos próximos anos.

Smartphones Mobile - http://cio.com.br/tecnologia/2016/02/10/sete-tendencias-do-mercado-de-smartphones-em-2016/

E pra quem pretende trabalhar com estratégias Mobile vale apena conferir estas dicas.


10 de out. de 2014

Internet das Coisas - Das Origens ao Futuro


IoT (Internet oThings - Internet das Coisas) é a buzzword do momento. De um momento que já vem acontecendo desde 2009 e que deve perdurar. Segundo o IDC[1], o número de dispositivos conectados ao universo IoT será da ordem de 30 bilhões em 2020 com um mercado[2] potencial estimado em 7,3 bilhões de dólares em 2017.

A origem do nome Internet das Coisas é atribuída a Kevin Ashton. Internet das Coisas foi o nome de uma apresentação feita por ele em 1999 na empresa Procter & Gamble (P&G). Mais tarde em 2009, num artigo publicado através do RFID Journal, ele referencia a apresentação e cita o que é tido por muitos como a definição de IoT.

“...Se tivéssemos computadores que soubessem de tudo o que há para saber sobre coisas, usando dados que foram colhidos, sem qualquer interação humana, seríamos capazes de monitorar e mensurar  tudo,  reduzindo o desperdício, as perdas e o custo. Gostaríamos de saber quando as coisas precisarão de substituição, reparação ou atualização, e se eles estão na vanguarda ou se tornaram obsoletas.”

Desde então IoT vêm se desenvolvendo (e sofrendo mutações) com o uso de redes convergentes (principalmente wireless), sistemas microeletromecânicos (Micro-Electro-Mechanical Systems) e a Internet.

As “Coisas”podem ser um monitor cardíaco, um chip transmissor, um localizador, um termômetro, uma câmera de segurança, uma porta, sensores no motor de um carro, um tubarão, enfim qualquer coisa natural ou construída por mão humanas e que possa enviar e / ou receber dados através de uma rede sem fios ou cabeada.

Hoje, já se fala também em IoE (Internet oEverything – Internet de Todas as Coisas) e WoT (Web oThings - Web das Coisas). Academicamente, poderíamos entender IoT e IoE como sendo algo mais relacionado a camada 3 do modelo OSI (mais próxima da máquina, de dispositivos, de “Coisas”) e WoT mais relacionada a camada 7 (pensando em softwares aplicativos e web sites).

Mas é importante lembrarmos da “definição original”, pois aponta para um componente importantíssimo e que separa o que é e o que não é Internet das Coisas. Ashton, usa a frase “sem qualquer interação humana” e, é aí que vemos a maior parte dos erros quando dizemos que algo é ou não Internet das Coisas.

Quando me aproximo de casa com meu carro, e meu celular com um endereço IP associado, se comunica com a porta da garagem e automaticamente ela se abre eu estou num ambiente de Internet das Coisas.

Quando ao entrar em casa, o ar condicionado percebe a minha presença e aciona-se automaticamente, inclusive percebendo qual a temperatura externa e deixando a casa com uma temperatura ambiente agradável, isso também é Internet das Coisas.

E, se ainda sem qualquer interação humana, meu aparelho de som ou a TV são acionados automaticamente, temos a Internet das Coisas.

Mas podemos ir além, os sensores do ar condicionado podem aprender com meus hábitos e horários e, uma vez sabendo a hora que chegarei em casa do trabalho e a temperatura que mais me agrada, poderia se auto acionar um pouco antes da minha chegada, para que quando eu entrasse a casa já estivesse na temperatura ideal.

Da mesma forma, o sistema de som poderia aprender que às terças, quintas e sábados eu escuto blues e jazz. Nos outros dias eu gosto de escutar clássicos do rock. Aos domingos ele não se acionaria sozinho.

A TV por exemplo, seria o dispositivo que seria acionado aos domingos, inclusive com alertas enviados ao meu celular como lembretes sobre o horário de exibição dos meus programas favoritos.

Neste contexto, a adoção do IPv6 pelas organizações torna-se ainda mais urgente. São cerca de 4 bilhões de endereços IPv4 (2^32 bits – e se tirarmos o range de endereços privados e as classe D e E, esse número cai ainda mais).  Hoje somos cerca de 7 bilhões de pessoas no planeta, se cada um de nós já precisasse de um enderço IP público o IPv4 já é insuficiente. Ainda mais se formos atribuir um endereço IP para tantas “Coisas” (portas, geladeira, animais, carros, motores, câmeras, etc). Com os 132 bits do IPv6 a Internt das Coisas é totalmente viável.

Imaginem, um ambiente com um computador efetuando um processamento (um cálculo com números de alta 
grandeza) sobre plataformas de petróleo. O cálculo levaria um determinado tempo. Bastaria que eu colocasse, por exemplo, um laptop ao lado deste computador e, as máquinas teriam entre si, uma convresa como abaixo:

- Oi! Sou a máquina XYZ e estou fazendo um cálculo. Seu processador está ocioso? Preciso de mais poder de processamento para realização de um cálculo.

Ao que a outra responderia:

- Oi! Sou a máquina ABC. Sim, está ocioso e a partir deste momento estou liberando o uso do meu processsador e trabalharemos em cluster para reduzir o tempo de resposta do cálculo solicitado.

E o compartilhamento de recursos de processamento se inicia automaticamente.

Isso é Internet das Coisas! Um mundo de possibilidades de avanço tecnológico nas mais diversas áreas (médica, automotiva, petrolífera, serviços, entre outras) com uma previsão de crescimento em dispositivos e receita que despertam nosso interesse e ativam nossa imaginação.

[1] IDC, Worldwide Internet of Things (IoT) 2013-2020 Forecast: Billions of Things, Trillions of Dollars, October2013.

[2] IDC, Worldwide Internet of Things Spending by Vertical Markets 2014-2017Forecast, February 2014.

4 de jun. de 2014

Raspberry Pi

Um computador, na realidade um mini computador, de baixo custo, do tamanho de um cartão de crédito, que pode ser acoplado a uma TV digital ou a um monitor de computador. Pode ainda receber um cartão de memória comum (como os de câmeras digitais). Você pode ainda usar o Raspberry Pi com um teclado e mouse. Possui entrada USB. Enfim , um completo mini computador.

Com um sistema operacional open source - o NOOBS (New Out Of the Box Software) - o Raspeberry Pi possui ainda versões específicas de diversas distribuições Linux. 



Excelente para os mais variados usos, desde navegar na Internet, ouvir música, assistir TV, planilhas eletrônicas, editores de texto, programação (isso mesmo e usando Python) e se você se esforçar um pouco mais poderá criar dispositivos para o crescente mercado de Internet das Coisas (que será assunto de um próximo post aqui no blog). Pode ser usado inclusive por crianças para o ensino de lógica de programação entre outras finalidades acadêmicas.

O projeto surgiu em 2006 na Inglaterra e começou a ganhar força em 2008 com a evolução dos processadores para dispositivos móveis.

Site Oficial: http://www.raspberrypi.org/

Tutoriais: https://www.youtube.com/user/RaspberryPiTutorials/videos

O que é o Raspberry Pi (em inglês)




Configurando seu Raspberry Pi (em inglês)

2 de jun. de 2014

Infográfico: Universo Digital terá 44 trilhões de gigabytes em 2020 - IDG Now!


Infográfico: Universo Digital terá 44 trilhões de gigabytes em 2020 - IDG Now!

Dados do 7º estudo EMC Digital Universe, o único a quantificar e prever o volume de dados produzido anualmente no mundo, divulgados esta semana mostram que o volume de dados digitais está dobrando de tamanho a cada dois anos e vai se multiplicar por dez até 2020.

O estudo deste ano, intitulado “O Universo Digital das Oportunidades: riquezas de dados e valor crescente da Internet das Coisas”, com pesquisa e análise da IDC, mostra que dos 4,4 trilhões de gigabytes (ou 4,4 zettabytes) de informação em 2013, saltaremos para 44 trilhões de gigabytes (44 zettabytes) em 2020 e que 10% desse volume de dados corresponderá à Internet das Coisas.

O estudo permite criar cenários visuais muito interessantes sobre a informação digital que ajudam a entender o tamanho desse universo em expansão. Por exemplo, se fossem armazenados, os dados atuais ocupariam uma pilha de tablets iPad Air (cada um com 7,5 mm de espessura e capacidade de 128 GB) que chegaria a 2/3 da distância da Terra à Lua (253.704 quilômetros). Os dados previstos para 2020 representarão 6,6 pilhas de iPad Air.

Confira no infográfico abaixo mais detalhes sobre o estudo.



Fonte: IDGNow! - TI Corporativa